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- PUBLICAÇÕES -
e niguem tinha nada com isto....
Autor: Marcelo Garcia
Editora: Scriptus

Eu resolvi escrever este livro para compartilhar com vocês o processo que vivi entre a dor e a delicia de me aceitar gay. Hoje vejo ainda muitos jovens sofrendo com uma liberdade individual que precisa ser construída.
Se através das minhas dores e também das minhas delicias eu puder ajudar na construção de uma liberdade coletiva, acho que terei contribuído para que todos de fato se sintam e sejam iguais.

O livro já está nas livrarias.
Você também pode solicitá-lo pelo site da Editora Biruta: www.editorabiruta.com.br/ e pelo e-mail publicacoes@marcelogarcia.com.br
Mais informações nos telefones (11) 3081-5741 ou 3081-5739 (Editora Biruta)


Lançamento do Livro durante o IX Encontro Nacional do CONGEMAS em Salvador


Lançamento do Livro durante o Primeiro Seminário Nacional de Segurança Pública e Combate a Homofobia no Rio de Janeiro


Lançamento do Livro durante a 146ª Reunião Descentralizada e Ampliada do CNAS em São Paulo


Lançamento do Livro na Livraria da Travessa no Rio de Janeiro


Lançamento do Livro em Recife no Encontro Regional do Nordeste


Lançamento do Livro na 6ª Conferência Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro


Lançamento do Livro na Livraria da Travessa em Belo Horizonte


DEPOIMENTOS SOBRE O LIVRO

Querido Marcelo,
Você não pensa em escrever a continuação do "E ninguém tinha nada com isso"?
O livro é maravilhoso, leitura obrigatória para turma lgbt.
A continuação poderia ter um capítulo sobre "provações".
Piadinhas, indiretas, preconceito no trabalho, na faculdade, desconfiança, se sentir culpado, constrangido, recuado, querer por exemplo usar aliança com nome de outro cara e ter que ser reservado com relação a isso.
As vezes me pergunto, porque isso tudo?
Queria te contar um caso que aconteceu comigo, conheci em um Parque ecológico da cidade que moro um cara gente boa. Educado, gentil, engraçado e além de tudo lindo. Como tive experiências ruins procurando por companhia onde não devia (assalto e homofobia), deixei rolar, sem esperanças. Acontece que diariamente eu ia ao Parque no horário do almoço e a gente se via e conversava. Eu cada vez mais apaixonado, sem querer estar. Um dia não aguentei e fui pro motel com ele. Chegando lá a surpresa, o personagem do Parque desparaceu, ele engrossou a voz, disse que o programa era 250 reais e eu tinha que dar o dinheiro, senão iria ao meu serviço me difamar. Foi constrangedor, agonizante, fui ameaçado de morte, saquei dinheiro sem poder, mas acima de tudo, fiquei muito decepcionado.
Se aproveitar da carência do outro, mentir, pra aplicar golpe?
Só quem passa por isso sabe o quanto é doloroso.
Fico pensando porque é tão difícil conhecer pessoas do mesmo sexo sem ficar com um pé atrás. Quando me aceitei como gay, pensei que tudo seria fácil. Ok, sou gay, vou namorar, vou compartilhar com amigos e parentes a notícia... santa ingenuidade.
Enfim Marcelo, desculpe o desabafo.
Vou reler seu livro pra me animar um pouco rs.
Abraço,
Fique com Deus.
João


Olá Marcelo, como vai?
Recentemente, eu li o seu livro "e ninguém tinha nada com isso..." e me identifiquei com cada trecho. Foi uma leitura tão rápida, que quando percebi já havia terminado. Além disso, fiquei feliz por perceber que não sofri sozinho, pois mais pessoas passaram pelo mesmo que eu passei e superaram essa fase numa boa. Dá até um alívio quando a gente reflete sobre isso e percebe que já passou, rs
Foi bom realizar essa troca de informações, mesmo que silenciosa. Foi bom também notar que toda essa trajetória serviu para algo. Me acho hoje uma pessoa mais forte, um ser humano melhor, alguém mais contente por viver sem mentiras ou omissões. Eu, como você, vivi a adolescência na igreja evangélica. Apesar dos meus pais não perceberem que eu não me encaixava naqueles moldes, eu segui. Meio revoltado, cheio de dúvidas e questionamentos. Toda vez que eu perguntava algo que fugia do comum, as respostas vinham atravessadas. Minha mãe, diz ela, só notou que algo estava acontecendo comigo no final da adolescência. Ela só foi ter certeza quando comecei a namorar. Hoje, ela aparentemente vive bem com a situação. Nada pergunta, nada questiona, mas vivi encanada. Até pensei em emprestar o seu livro pra ela, mas que seria muito choque de realidade.
Enfim, o que eu queria mesmo era te agradecer por esse momento. Você me fez refletir sobre toda a minha história até aqui. É gratificante, pelo menos pra mim, viver em paz comigo mesmo. Sei que não sou anormal, que não tenho problema algum. Porém foi difícil aceitar essa condição. Não escolhi ser gay. Nasci assim e vivo muito bem. Sou resolvido com os meus grilos. E isso somente é possível depois de muito choro, muita luta. Mas, todo mundo passa por problemas, não é mesmo? Se resolver e se entender na adolescência é normal pra todo mundo. E, ser gay, é apenas mais uma das coisas que precisamos entender. Não foge a regra, rs
Além do agradecimento, queria compartilhar com você o meu livro. Me formei em jornalismo há alguns dias e como TCC fiz um livrorreportagem sobre saudade. Acredito que você tenha saudade de algumas coisas e de algumas pessoas e queria te apresentar essa minha ideia.
Espero que se interesse por ler e também espero que goste.
Um grande beijo.


Querido Marcelo,
Meu nome é José e sou de Minas Gerais.
Venho por meio desse te agradecer imensamente por ter escrito o livro "E ninguém tinha nada com isso". Conheci através da peça de teatro "Olá, pessoa" em Belo Horizonte, na última campanha de popularização do teatro. Fiquei encantado com a história e decidi comprar o livro. Como na maioria das vezes, o livro supera o filme, ou no caso a peça rs. Identifiquei-me muito, especialmente com a parte que você fala da religião, que prega o amor ao próximo, mas ao mesmo tempo crucifica comportamentos.
A parte que você fala como seria tudo simples se um dia sua mãe perguntasse se vc tinha arrumado namorado é de uma delicadeza e sensibilidade tocantes. Fiquei emocionado.
Fiz questão de comprar um exemplar pra presentear meu ex-namorado e que bom que descobri o livro, pois agora já sei qual presente dar pra amigos.
Super obrigado, estou trabalhando  e nas últimas semanas estavam sendo conturbadas pela homofobia. Seu livro foi uma válvula de escape, apesar de não ter muitas páginas fiz questão de ler aos poucos, sempre aos domingos, como pílulas para enfrentar a semana. E funcionou super bem.
Lembro de uma entrevista do Boy George dizendo que nos anos 80, se você fosse adolescente gay e tivesse problemas com isso, e de repente ligasse a TV e visse Culture Club, Cyndi Lauper e outros artistas com roupas coloridas, alegres e descolados, sentiria que não estava sozinho. Daí fiquei imaginando como isso se encaixa na sua história, quantas pessoas vc deve ter ajudado, seja com o livro, com a peça e mesmo com suas amizades e experiências. Isso aí irmãozinho, que bom que no mundo ainda tem pessoas como vc.
God bless Marcelo Garcia. Abração! PS: a título de curiosidade, achei a entrevista do Boy no Youtube. http://www.youtube.com/watch?v=ZIecpY5aoiY


Querido Marcelo Garcia,
Acabei de ler seu livro “...E ninguém tinha nada com isso”, edição de 2007, primoroso o texto e sensibilidade das suas palavras. Já conhecia alguma coisa de seu trabalho e de sua jornada. Adorei um programa que você fez com o José Júnior (Conexões Urbanas), acerca da questão GLS (sou da antiga, e não acostumo com a nova sigla, mas o que importa as siglas, certo?). Marcelo o livro em alguns momentos parece até que conhece a minha história, mas como você diz no livro, ali estão as angústias, os medos e a vontade de muitos homens que gostam de outros homens. Sou um carioca de 51 anos, separado de fato (desde 2006), pai um de jovem de 23 anos, e que viveu um período da vida, na angústia de não se aceitar e não querer ser feliz com seus próprios desejos e sonhos. Só após a minha separação, muita terapia, e ajuda de amigos e do meu próprio filho e também da ex, pude abrir a janela para a vida plena. Existem passagens no seu livro, que parecia um filme em minha vida. Sou de família religiosa, criado por mãe e avó, pois meu pai precisava trabalhar e estudar muito, então meu maior contato, sempre foi com mulheres (irmãs, primas, tias, e claro amigas e colegas de escola). Passei pela fase de cobrança, assim como no livro, a fase de que podia encontrar a “cura” para os meus desejos, a fase da tristeza, da angústia, mas não desisti, e hoje sou mais leve comigo mesmo e para com os meus amigos. Esses foram leais, após a minha saída do armário, que é muito dolorosa, pois tinha medo da rejeição daqueles que amava, e fui surpreendido, pois os verdadeiros amigos continuam ao meu lado, e torcendo para que eu encontre um grande AMOR. Já tive alguns namorados após a separação, mas nada deu certo até agora. Mas acredito muito ainda no AMOR e sei que vou encontrar um homem que eu possa amar e me amar. Obrigado por ter escrito o livro e nos fazer acreditar que a vida é importante e bela para ser vivida. Pessoas como você, como o Jean Wyllys, André Fischer, e outros é que fazem a grande diferença no mundo. Que sua jornada continue forte e sólida. Um grande abração! Belo Horizonte


Caro Marcelo Garcia,
No final de novembro tomei conhecimento sobre você. Estava buscando notícias sobre o Ronaldo Mussauer, eu não sabia que ele havia falecido, quando num dos atalhos que segui acabei lendo um comentário seu sobre o Ronaldo e acabei chegando à sua página.  Logo a seguir comprei e li o seu livro “e ninguém tinha nada com isso...”
Você não imagina como foi importante para mim esta leitura.
Com algumas mudanças, ele poderia muito bem ter sido escrito por mim. Vi minha vida, e o que passei ou perdi por causa do preconceito, e principalmente do meu despreparo em lidar com isso.
As pessoas tendem a afirmar que os gays são isso ou aquilo, mas não >percebem que eles são levados a fazer isso ou aquilo justamente pela  pressão e discriminação geradas pelo preconceito. Penso que a minha vida sexual às vezes promíscua está muito relacionada auto-estima prejudicada  pela culpa de não ser o que os outros pensam ou gostariam que eu fosse. Ao contrário de você, eu sempre fui muito tímido e sem brilho, o que me aproximou do álcool desde muito garoto.
Atualmente, com 47 anos, não me preocupo em esconder nada. Já estive casado com uma mulher porque gostava dela, mas com as dificuldades do dia a dia, nossa relação foi esfriando e cheguei à conclusão de que esse tipo de experiência, não quero mais.
Os meus amigos de verdade sabem sobre mim, inclusive um primo. A minha grande dificuldade é com minha família que vira e mexe faz discursos condenando o homossexualismo, ainda mais com os avanços conquistados nos últimos anos. Eles têm o pavor do mundo ser dominado pelos gays, como se fossem extraterrestres.
Minha cunhada pensa que todo homossexual é pedófilo. Fico imaginando que  quando ela souber vai pensar que eu também sou um pedófilo também.
Minha mãe é católica praticante, e ultimamente tenho ouvido opiniões super influenciadas pela Igreja Católica.
Cara, eu sou um homem independente desde cedo, não consigo entender porque  fico bloqueado quando o assunto é família.
Obrigado pelo livro, pela contribuição que essa leitura deu a minha vida.
Boas Festas e Feliz Ano Novo!


 

Oi, Marcelo!! Sábado eu acabei de ler seu livro. Gastei duas horas sentadas... não conseguia parar de ler. Não consigo tirá-lo da minha cabeça (o livro e você)... senti uma vontade imensa de falar com você... não sei se sobre mim ou se sobre você. Fato é que não tem como ficar calada depois de lê-lo... Sei que és muito ocupado, portanto, não pretendo incomodá-lo. Mas, preciso fazer alguns registros. 1º - obrigada por gastar parte do seu tempo contando da forma mais vivaz possível, a sua vida; 2º - obrigada por ser gay e não se "esquecer" disso quando se encontra em posição de fazer diferença (como a maior parte dos nossos políticos, artistas, enfim); 3º - obrigada por me dizer que eu sou bonita por ser quem sou; 4º - me desculpa por não ter feito parte da sua vida e por não ter tido alguma coisa a ver com isso quando mais precisou; 5º - seja muito feliz e assim que puder, escreva outro livro; ...enquanto houver amor, tudo é possível!!! Muito obrigada!


Li seu livro "e ninguém tinha nada com isso...". Adorei. Achei você de uma coragem fora do sério. Gostaria de ter a mesma coragem e determinação que você, mas nem sempre conseguimos, morar em cidade pequena cheia de preconceitos é muito difícil, ainda não estou preparado o bastante para receber críticas. Mas quem sabe um dia. Abraços.


Fiquei sabendo do seu livro através de um amigo, e um dia procurando na biblioteca da faculdade em que eu estudo (Universidade Federal de Alagoas) o encontrei e peguei para ler. A princípio fiquei com vergonha do que diriam quando me vissem com o livro, fui vítima de mim mesmo...mas quando comecei a ler me soltei e fiquei "sem vergonha".

Comecei a ler seu livro às 15h e terminei agora pouco, devido a algumas ocupações. Me identifiquei em todo o livro, não em parte, mas no livro completo. Também sou de família evangélica e homofóbica. Em outro e-mail te mando uma história de minha vida, mas queria ser bem mais que um fã ou leitor do seu livro, quero ser seu amigo de verdade. Se possível me adiciona no seu msn pessoal e no orkut. Terei o maior prazer de ser seu amigo e é o que mais quero, quero ter mais experiências com você!

Ah, sou graduando de ciências, pretendo fazer mestrado e doutorado e tenho uma amiga heterossexual e uma amiga lésbica que namora uma menina, ambas sabem de mim a pouco tempo porque eu disse e elas me apoiam em tudo.

Abraços e muito sucesso.


Olá Marcelo tudo bem? Meu nome é Joao. Sou mineiro do norte de minas. Há poucos dias comecei a ler teu livro e achei super,mega interessante. Parabéns pela linda história. Em muitas partes de capítulos do teu livro parecia que estava falando da minha vida. Muitas coisas se passarm comigo também... Uma delas, que também marcou muito, foi do seu primeiro sentimento por um homem o José. Passei por isso na minha infância. Tenho 17 anos. Tenho muitos problemas com a minha orientação sexual e eu não me aceitava. O seu livro me serviu de muita ajuda. Desde já lhe agradeço e por final, meus parabéns pelo caráter e coragem de ter seguido em frente. Quem dera se em cada parte domundo existisse um homem como você. Antes de ler o seu livro eu me comportava muito diferente diante da situação de ser homosexual. Acho que vou lê-lo ,ais umas 100 vezes.


Acabo de ler seu (hilário) livro “e ninguém tinha nada com isso...”
Despedi-me do livro e fiquei (por horas) pensando sobre tudo o que você viveu e relatou. Fiquei me perguntando quantas outras pessoas, em situações semelhantes, sofrem por não conseguirem ter a oportunidade verdadeira de um diálogo assim.
A repressão das emoções, devido a um medo de mostrar-se como é e não ser aceito certamente é uma das causas desse sofrimento. Quando crianças, por exemplo, escutamos: "pare de chorar" e, se for homem, pior ainda: "homem não chora". O adulto se preocupa mais com o choro, ficando os motivos que o geraram em plano secundário. É triste constatar como somos condicionados (desde cedo) a não dizer aos outros o que sentimos. As pessoas, às vezes, fazem um esforço danado para esconder o que sentem, quando na verdade se encontram tremendamente tristes. Escolhem sofrer sozinhas, por medo de serem consideradas fracas. E a sociedade, muitas vezes, realmente valoriza aquele que enfrenta um problema com uma segurança aparente. O outro que chora, que sofre, que dá vazão à sua emoção, vai despertar apenas pena ou condescendência.
Ultimamente ando chorão que só vendo...mas por motivos nobres, digamos assim. Não sou de acompanhar novelas, seriados e filmes nacionais, mas chorei ao ver a triste saga da personagem Maia, vivida por Juliana Paes na novela de Glória Perez, Caminho das Índias, e ao conferir o filme Zuzu Angel. Tudo isso em muito pouco tempo. É lágrima demais, né? No caso da novela, o choro é por não resistir a uma história de amor. O choro por Zuzu é por solidariedade mesmo. O filme não tem nada excepcional, em termos artísticos. É bem filmado, bem interpretado, tem um probleminha aqui ou ali de roteiro, mas é um bom filme. Não emociona tanto pela sua forma, mas pelo que nos revela. A história de Zuzu Angel era urgente que fosse contada porque é a história de muitas outras mães. E não há como não se solidarizar com sua dor, sua luta. A princípio por saber informações sobre seu filho, preso pelos militares durante a ditadura, e depois pelo direito de enterrar seu corpo. Acabou sendo assassinada. Uma grande história real que ao fim me fez refletir. O choro pode ser de outra ordem, mas tanto a novela quanto o filme me tiram da mediocridade, tão comum por aqui... Compartilhar alegrias ou dores com o outro faz bem para o corpo e para a alma, diminuindo a tensão. Dessa forma, a dor é amenizada...
A propósito, envio-lhe um “carinho em forma de texto” que recebi de um amigo muito querido e estou repassando a você, que agora já faz parte da minha vida:
Sou organizado, arquivo minhas dores.
Já arquivei muitas. Uma vez por outra, desarquivo uma
Algumas permanecem arquivadas exclusivamente porque já foram dores e, dores são dores, tenho-lhes o devido respeito.
Tenho algumas que nem toco, tenho pavor de estragá-las.
Deixo-as como estavam no dia em que as arquivei: intactas.
Tenho muitas dores arruaceiras, escandalosas, dessas que a gente morre de vergonha quando aparecem.
Mas é evidente que tenho outras, completamente diferentes, caladas.
Dessas, não gosto.
Algumas são delicadíssimas: a dor do primeiro amor desfeito é um bom exemplo.
Tenho uma dor bem interessante, eu diria até que inusitada, uma dor desafinada.
Ora, porquê a surpresa?
Paixão solitária dá nisso, impossível harmonizar..
Sem qualquer constrangimento, confesso: tenho uma dor brega. Isso mesmo. E quem não tem pelo menos uma?
A minha dor de cotovelo está na terceira gaveta e já esteve mais acessível, mas ainda está lá.
É bem grande esse meu arquivo.
Tenho até dor em ordem alfabética.
É um arquivo organizado. Quer dizer, mais ou menos.
É que tenho uma dor instável.
Já tentei fazê-la desaparecer, mas a danada é voluntariosa, tem vida própria .
Uma vez rasguei-a em pedacinhos. Adiantou? Não!
Mal abri a primeira gaveta, lá estava ela, multiplicada.
Arquiva-se e desarquiva-se, como e quando quer. E mais: mistura-se com as outras.
Apareceu de tanto eu abrir e fechar a gaveta.
Difícil lidar com ela.
Desisti.
No entanto, como hoje é o dia de ser o que queremos ser e fazer o que queremos fazer, não esqueça: tome alguns analgésicos para dores e peço ao meu “mais novo amigo” um grande favor: SEJA FELIZ!. SEMPRE!!!


Estava fazendo mais uma de minhas pesquisas e encontrei sua página e fiquei surpresa quando senti que havia encontrado alguém que pudesse me espelhar a minha vida profissional.
E procurando saber mais sobre voce, sua luta, sua maneira de ver e sentir a vida é realmente fascinante. O que observei que voce não abre mão dos seus valores pessoais, e com muita inteligência não deixa interferir na sua competência profissional.
Bendita internet, que nos proporciona a riqueza de conhecimento e troca de informações que é minha busca eterna. Quero aprender cada vez mais, e conhecer pessoas como voce.
Mas, vou falar um pouquinho da minha vida, sou mãe de um casal de filhos: Fabiola 16 anos e André, 22 anos. Ela é uma pessoa extraordinária. Todos os dias me ensina e me dá forças para continuar minha batalha. Já o André é muito responsável. Trabalha, estuda, e ainda sobra um tempinho para conversarmos.
Há aproximadamente 18 meses André chegou em casa de madrugada, me chamou para conversar e me relatou que se sentia atraido por meninos. Naquele momento senti alegria e tristeza ao mesmo tempo. Me senti a melhor das pessoas, em total êxtase. Os olhos dele brilharam e ficamos parados conversando através dos olhos, não sei quanto tempo durou, parecia que estávamos voltando no tempo e repassando toda as nossas vidas, conquistas, medos, tudo ao mesmo tempo que me sentia triste, me perguntava como vamos fazer agora em diante. Eu quero ser uma mãe e sogra bem legal e antenada, como vou me comportar, qual será minha posição, e os amigos, a família, o pai biológico e o pai que o educou, mas o que mais me chamou a atenção foi a coragem dele. Então eu o abracei e disse: se estaria feliz e certo daquilo que estava me relatando, vou estar a seu lado sempre, será sempre o meu filho e com muito orgulho.
Agora pense bem Marcelo. Minha formação familiar é religiosa e André é fruto do meu primeiro casamento, e Fabiola do segundo casamento, o pai biológico e a irmã ainda não sabem, e optamos por não comentar com mais ninguém, até porque é algo pessoal e intransferível, é a vida tão somente dele, nem mesmo eu tenho o direito de querer que ele seja o que eu queria que fosse (as vezes exagero...rs).
Uma pontinha de tristeza pelo fato de que, infelizmente a sociedade está caminhando para aprender que o amor é incondicional, a família é um conjunto de pessoas que se amam e se assim desejarem. Não é possível depois de tanto tempo fora das cavernas, ainda há muito o que aprendermos.
Queria muito compartilhar com voce muitas coisas, essa é apenas uma delas, como já comentei antes. Enfim, acho que temos muito por fazer, e voce é uma das que já estão fazendo a diferença.


Estou te escrevendo pra dizer que finalmente encontrei o seu livro. Comecei a lê-lo e não pude terminar, pois decidi reler os primeiros capítulos antes de seguir adiante. Porque eu fiz isso? Você vai achar um exagero, mas eu vivi a sua história sem mesmo ter conhecimento dela antes de entrar em contato contigo.
Meu primeiro caso em comum: Meu pai se separou de minha mãe quando eu ainda era muito criança. Praticamente vivi sem pai a maior parte de minha vida e o seu falecimento a alguns anos atrás só veio a oficializar o havia acontecido anos antes.
Segundo caso:Vivi toda a minha a infância, adolescência e início da juventude frequentando uma igreja evangélica muito conservadora e tão conhecida como a que você frequentou. Inclusive, fui ministro de louvor, e ,também, líder de jovens e adolescentes. Embora esse fosse o meio em que tive a minha formação, nunca me senti completo, sempre faltou algo que a igreja não pode me dar. Me afastei dela mesmo sabendo que seria uma decepção para minha mãe, que hoje me considera um "perdido".
Terceiro: Aos 20 anos, na universidade tive meu primeiro contato com amigos gay. Acontecimento muito semelhante ao descrito em seu livro. E algo que me chamou atenção no livro foi a frase dita por sua chefe, a Dra. Vitória. Algo muito parecido foi me dito no dia de minha formatura pela minha coordenadora de curso: "Você pode mudar o que te faz tão sisudo e fechado. Seja simplesmente você e pare de cobrar tanto de você mesmo". Nunca vou esquecer isso.
Em muitas outras coisas eu pude me ver enquanto lia. Hoje tenho 24 anos. Acabei de reler os dez primeiros capítulos de seu livro. Precisava fazer isso antes de seguir lendo. Amanhã terei lido tudo. Só desejo que apartir de agora eu não siga a minha história de forma parecida com a sua. Não que isso seja ruim, pelo contrário, adoraria ser como você e ter a bagagem que você traz consigo. Apenas quero que minhas memórias sejam inéditas, que meus finais felizes e tristes sejam apenas meus e que me surpreendam.
Talvez você nem dê muita importância pra essa correspondência. Quero apenas que saiba que tem alguém em algum canto do Brasil cujo nome você nunca vai esquecer que vai sempre lembrar do que foi escrito por você.


Desculpe-me a intromissão e incomodar-lhe novamente. Mas nao posso deixar de registrar. Dois momentos de seu livro ficaram em minha cabeça hoje, o dia todo. Na prefeitura, no escritório e no forum. Quando você fala das histórias de amor que terminam bem, as que terminam mal e as que não terminam. E quando você fala que Thiago foi sua principal história.... Rapaz: você colocou em palavras o que João representa em minha vida.... Estou, realmente, emocionado com seu livro. Que Deus te proteja e sinta-se realizado pelo livro, pois é muito valioso, comovente. E eu que sinto tanta vontade de chorar, encontrei aqui um caminho para um choro gostoso.


Acabo de ler seu livro "e ninguem tinha nada com isso". Comecei a leitura às 19h30 e terminei somente quando o livro acabou, 22h10. Percebi-me com os olhos marejados por tres vezes, no mínimo.Emocionante! Principalmente por retratar, de certa forma, também a minha história...Obrigado por fazer-me chorar, estava precisando.....


Nos últimos meses ouvi falar muito de você e, claro, muito bem. Tive a honra de estar próximo de ti na Secretaria de Assistência Social em Juiz de Fora, em seu curto período de secretário. Pude presenciar suas "fortes" palavras sobre a assistência social brasileira, no curso de capacitação realizado na cidade. Neste dia, não tive a oportunidade de parabenizá-lo pelo seu livro, que está em destaque na minha estante. Apaixonei. Foi o lendo que me lembrei de vários fatos passados de minha vida, que estavam esquecidos, ou talvez adormecidos. "E ninguém tinha nada com isso" é sensacional, sutil e sensível. Sem dúvida, digno de estar na cabeceira da cama de qualquer pessoa, seja hetero ou homossexual. Vi seu e-mail em sua página virtual e não pude ir dormir sem antes parabenizá-lo pelo livro e sem dizer que venho me apaixonando pela área da assistência social e que você tem parte de culpa nisso!


Estou passando por uma fase transitória na minha vida e estou em busca de informações ou exemplos que me deem a certeza de que estou no caminho certo.
Bem, sei que você não tem nada com isso, mas vou fazer um breve resumo:
Sou médico e estou morando temporariamente no Ceará, enquanto termino uma pós graduação. Venho de uma família de valores arcaicos típicos do Nordeste (nasci e vivi por muito tempo numa pequena cidade muito tradicional) e composta de evangélicos.
O resto da história você imagina. Pois é muito comum.
A algum tempo eu começei a aceitar minha condição, dei o primeiro passso.
Mas agora me vejo tendo que decidir entre uma vida sadia e sem restrições da minha personalidade ou uma vida podada para a família e o trabalho.
Não vou me estender pois sei que isso deve ser bem chato pra você. Então, concluindo conhecer a sua história e extrair dela foi algo que me ajudou nessa decisão, já que não tenho contato com outras pessoas que fizeram o mesmo, embora, sabendo que são muitos. Devido não ser algo que as pessoas divugem, não dá pra definir quem pode ser esse exemplo.


Maravilhoso! Gostei muito e o legal que pude te conheçer mais. Me culpei por näo ter sido aquela senhora que olhou nos seus olhos.
Me culpe por näo ter "nada com isto" porque mesmo sendo crescida em uma familia onde a casa era cheia de gente de diversos tipos (músicos, macumbeiro, católicos, loucos, travestis e gays, lunáticos e intelectuais....) näo percebi que você precisava ser pelo menos ouvido. DESCULPA.
Por estar acostumada com diferenças não me azimei de näo ter te olhado nos olhos. Obrigada por ter me dado a oportunidade de ter entrado no seu mundo.
Um grande beijo no seu coraçäo e viva a vida!!!!!!!!


Quero compartilhar contigo um pouco da minha experiência. Hoje aos 46 anos, me considero um gay tranquilo e há muitos anos vivo minha vida à minha maneira. Por volta dos 7/8 anos já tinha claro a minha orientação e o desejo de adotar uma criança. Cometi equívocos e vivia a expectativa de uma relação no modelo hetero, tanto que, somente beijei a primeira vez um homem aos 23 anos e transei aos 24 anos com a pessoa que escolhi e fiquei anos a espera de tal acontecimento. Hoje não me arrependo disso não, pois fui fiel ao meu desejo daquele momento. O "mundinho" gay, que possui muitas faces, não me identifico com os guetos que algus grupos vivem, muitas vezes resultados de uma marginalização social, como você muito bem tratou no seu livro. Em 1993 adotei meu filho que hoje está com 21 anos. Enfim, me sinto uma pessoa realizada e feliz.


Sou psicólogo e assessor técnico de uma Secretaria Municipal de Assistência Social de uma cidade do estado de São Paulo.
Soube do seu livro na semana passada e o recebi esta semana; precisei de poucas horas para lê-lo, pois é envolvente e traduz vida plenamente vivida.
Meus parabéns! Sua história e singularidades me autorizou muitas identificações, assim, impossível não ficar emocionado. Recentemente estive em São Paulo no encontro da Frente Paulista e levei o livro para que você o autografasse, mas ficará para uma próxima oportunidade. Um super abraço!


Acabei de terminar o seu livro....amei...Até baixei algumas musicas que você falava no livro...
Cara, como você chorou, hein...?
Felizmente com 17 anos eu já passei pela fase de aceitação...e seu livro me ajudou quando me apresentou um mundo que ainda não conheço tanto e também por me deixar mais firme pra me posicionar nas atitudes na formação de uma identidade futura sem nenhum medo.
Você é um ser humano incrivelmente interressante e tem muitas histórias pra contar e pode me considerar como seu fã...
Quando sai um novo livro?


Caro Marcelo,
Ganhei seu livro da minha ex mulher e li de uma tacada só. Me identifiquei muito por sermos da mesma geração, sou de Niterói,e também fui criado na igreja evangélica. Confesso que fiquei incomodado inicialmente por ver exposta de forma tão contundente a dor e a solidão da criança que sofre o preconceito por ser diferente, como se o silêncio nos fizesse esquecer. A boa leitura é assim, nos faz pensar, e acho que a ferida ainda não cicatrizou.
Trilhei caminhos diferentes dos seus. Tive um casamento feliz enquanto durou, e minha ex mulher foi o maior apoio que tive para viver minha homossexualidade quando senti necessidade. Tivemos 3 filhos, mas nem a separação e nem minha atual orientação sexual abalou nosso elo familiar, pois o respeito e o amor ultrapassa todas as barreiras. Mas é claro que é muito difícil reestruturar toda uma vida.
Quase recuei quando meu filho de 18 anos me indagou porque não me casei de novo e passei a andar tanto com um novo amigo, na realidade, meu primeiro namorado. Ainda bem que optei pela verdade, pois não traí nossa amizade e não fui incoerente com a educação que recebeu. Acho que assim podemos construir um mundo melhor para todos nós.
Parabéns pelo seu livro.
Um grande abraço,


Caro Marcelo,
hoje comecei e terminei teu romance pedagógico, adorei e me identifiquei com muitas passagens, com uma diferença, sempre peitei minha família e colegas de colégio. Nunca deixei que me machucassem. Mas, a sua história é o que realmente acontece. Parabéns.
Fiquei com uma vontade imensa em te conhecer, espero que um dia isso aconteça. Ah! Estou tão excitado com o livro que esqueci até de me apresentar. Me chamo André, sou médico. Cheguei ao Rio em 2005 pra viver um grande amor. Hoje estou viúvo há dois anos e com união reconhecida pelo INSS pois esse ano me foi concedida a pensão por morte.
Vou ficar atento onde você estará em público, e me apresentarei. Espero que seja breve. Um grande abraço.


Terminei a leitura do seu livro ontem. PARABÉNS!
você consegue "segurar" o leitor até a última página.
Há tanta sinceridade e dinamismo, mesmo nos momentos mais sofridos você não perde o senso de humor. Excelente Marcelo.
Sua coragem é inegável, numa sociedade tão hipócrita como a nossa o caminho mais fácil tem sido a da dissimulação. Cada um enganar como pode, infelizmente.
Aguardo os seus próximos livros.
Obrigado por Tudo.


O seu relato no livro além de sincero, corajoso e contundente, mostra o que todos NÓS no fundo queremos, ou seja, mostrar que somos iguais a todos os seres humanos nesta busca incessante, as vezes por caminhos tortuosos, da tal FELICIDADE.
Hoje eu penso que existem dois sexos, mas sexualidade é uma questão individual, quer dizer, cada pessoa "funciona" de um jeito; e os grandes "encontros" acontecem ou não (ninguém fica insatisfeito quando acontecem! rsrsrsrs). Portanto, sexualidade não é problema, problema é falta de sexo!


Marcelo...Confesso que ao começar a leitura de seu livro não imaginava nunca que iria entrar dentro do Trem que abriga o teu ser...Fui levada para um caminho totalmente desconhecido da minha vida, pois quando descobri o que eu queria da minha vida sexual, aos 15 anos cheguei para meus pais e falei sem medo...Vivi grandes amores, grandes paixões e muita tristeza...Sempre procurei motivos novos para querer continuar andando neste trem que de nada tem com o trem fantasma que descreve...Hoje realmente vivo com a Monica já fazem 12 anos, mas nem por isso me sinto totalmente feliz, pois acho que a felicidade é feita de pequeninas coisas que se tornam um todo...Você...nos seus momentos de Mesbla era um cara feliz...e cada pessoa que passeou contigo neste trem, pode acreditar que ainda lembram de ti...Sei disso, pois ainda hoje tenho lembranças de pessoas do passado que volta e meia cruzam meu caminho e me dizem como foram bons aqueles momentos...Tenho amores que ainda não foram totalmente resolvidos e que fazem parte da minha vida...Nos falamos por MSN ou ela vem me visitar em Maricá...Por isso creio que o teu amor está tão perto que você não consegue enxergar...E o fato de hoje estar casada não me torna uma pessoa cega para a vida...Tente olhar um pouquinho mais a sua volta e verá o quanto a felicidade bate a sua porta...Seja feliz...E não ligue para o que os outros falam ou deixam de falar..."O que importa é ser feliz"...Outra coisa...Não é só você que gosta do "complicado" não...Adoro uma aliança no dedo e é isso que me atrae nas outras mulheres...Te desejo muitas felicidades e que você consiga atingir todos os seus objetivos com seu livro e com os que virão.


Muito obrigado pelo presente que você me deu.

Estou falando do seu livro. Mas, mais do que isto estou falando que o seu livro é um presente em todos os sentidos. Um presente pra vida toda.

Estou amando ler as tuas estorias. Eu venho da sua mesma geração e percebo que mesmo morando em uma outra capital eu viví vários de seus relatos. Outros relatos parecidos eu vivi mesmo estando na Europa.

Recebi o seu livro já há alguns dias e estou prestes a terminar. Fiz umas dobrinhas bem pequenas aqui e ali pois algumas passagens me tocam muito.

Deu até vontade de colocar no papel as minhas próprias estórias.

Em breve te escrevo mais contando das minhas experiências e reflexões ao ler o seu livro.


Temos muito em comum. Sou Assistente Social e temos alguns historias iguais. Meu primeiro caso também morreu em um acidente de carro, e como foi duro e sofrido, ainda doí até hoje......
Mas a vida segue. Quando estiver em Belo Horizonte entre em contato comigo, pois terei um enorme prazer em falar contigo pessoalmente
Adorei o Livro e temos recomendando as pessoas aqui do Centro de Referência para Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


Quanto ao seu livro, claro que já o lí. A livraria não tinha, mas foi buscar em uma filial do Rio Grande do Sul. Recebi pouco antes das férias e li todinho. Quando me encontrei com o nosso amigo em Curitiba ele leu uns trechos. Sabe como é, cada um com sua visão do mundo, suas expectativas, com suas versões. Eu gostei, pude relembrar coisas e conhecer outras sobre vc...achei sofrido inicialmente , contundente outras, mas vivo!!


Prezado Marcelo Garcia
Somos do CRGLBT - Centro de Referência pelos Direitos Humanos e Cidadania GLBT da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Além de atividades políticas, este órgão tem como função atender casos de discriminação e preconceito contra Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros. Como sabe, este segmento apresenta complexidades que têm demandado de nossa equipe uma qualificação cada vez maior. Temos atendido muitos homossexuais em conflito, e temos percebido que muitas vezes uma boa leitura pode ser mais interessante do que horas de conversa. Neste sentido, gostariamos de solicitar a doação de um ou mais exemplares do livro de sua autoria: "E ninguém tinha nada com isso...", pois acreditamos que este poderia ajudar muitos cidadãos/ãs que têm nos procurado em busca de informações e esclarecimentos.
Agradecemos desde já.
Equipe CRGLBT:


Sou mãe de um rapaz de 25 anos que nunca teve uma namorada. Pensava que ele apenas queria se dedidar a carreira. Li seu livro por acaso emprestado por uma amiga. Ao terminar descobri que meu filho quer muito mais do que uma carreira. Precisa de ajuda. Obrigada. Eu vou poder dizer para o meu filho que ele merece muito mais que uma carreira. Merece encontrar um cara legal como você encontrou o Thiago.
Muito obrigada. Estou muito emocionada em ter descoberto que eu posso ajudar meu filho.
Você será sempre muito importante nas nossas vidas.
Esta semana eu converso com ele e te escrevo.


Moro em Niterói. Tenho 33 anos. Acabei de leu seu livro. Li de uma tacada só. Comprei no Rio.
Tenho certeza de que eu sou o cara que você conheceu na Miguel de Frias em Icaraí que você não teve coragem de se aproximar. Eu também não tive.
No livro você fala assim: "Quem sabe ele agora,ainda passe por mim e me olhe de novo. Eu vou saber reconhecer aquele olhar que entrou dentro de mim e não terei mais medo de sair andando com ele...." Sou eu.
Eu quero passar por você e te olhar. E desta vez você pode ter certeza de que eu vou querer muito mais do que te olhar. Vou querer puxar você para dentro da minha vida.
Eu nunca fui gay. Nunca tive uma namorado. Me lembro que te olhei naquele dia mas nunca tive coragem de ir em frente com nenhum cara. Me casei. Tive um filho que hoje tem 4 anos. Estou casado ou acho que estava mas quando terminei de ler seu livro eu tive muita vontade de viver sentimentos que nunca tive coragem de viver. Quando terminei seu livro eu tive a certeza de que eu preciso atravessar a rua com aquele rapaz (você) que conheci na Miguel de Frias faz muito tempo.
Entra na minha vida. Volta a me olhar.
Eu estou muito sufocado. Seu livro me amarrou a uma vontade inacreditável de ser feliz.
Eu quero olhar você de novo.


Li o seu livro há pouco mais de um mês e ao lembrar dele ainda me emociono. Me identifico muito com vc tb, inclusive nos gostos musicais. Quero considerá-lo um amigo, meu caro.


Meu prezado Marcelo, carinhosas saudações!
Cheguei ao fim da deliciosa leitura de "E ninguém tinha nada com isso..." no sábado quando viajava. É uma leitura interessante. Percebo que se gays de hoje em dia enfrentam dificuldades bem menores de serem aceitos (acima de tudo por si mesmo) é graças - feliz ou infelizmente - ao nosso passado que sofreu tanto e tantos preconceitos bem mais humilhantes passaram. Sua vida é uma barra Marcelo. Fico feliz de saber que estás tão bem com sua consciência hoje, não sei se, no mesmo cenário, me sairia tão bem quanto você e ainda escreveria um livro de tão elevada qualidade. Somos exageradamente semelhantes. Nos gostos musicais, nos poemas e frases de vida. Talvez por isso defino o livro como APAIXONANTE. O início é assustador. Por mais que imaginemos, saber precisamente de como era a vida dos gays há poucos anos, é cruel demais. Mas de meio ao fim, Marcelo, você faz com que nos apaixonemos, eu pelo menos. São relatos de uma pessoa muito HUMANA e merecedora de muito amor. Sem exageros Marcelo, acredite, dá vontade de ser esse seu amor que vive a buscar. Dá uma inveja (sadia) do "Thiago" que a ele teve (e tem) tanto amor dedicado. Tenho mais e mais partes do Livro a comentar. Muitas mesmo. Desde pontos comuns (e são vários) até mesmo em outros totalmente inversos. Mas é uma excelente OBRA. APAIXONANTE! Vamos, por favor, sempre manter contato Marcelo. Acredito muito no que sinto, e sinto poder ser, no mínimo um grande amigo teu. Receba o meu carinho, a minha admiração, o agasalho de meu afeto na força magnética dos corações.


Marcelo, tenho 19 anos. Estou no segundo ano de medicina. Meu avô é médico e meus pais são médicos. Como filho único também precisava ser médico. Até gosto de medicina mas sempre quis ser cantor. Adoro cantar. Adoro dançar. Tenho uma namorada na Faculdade. Ela é legal. Quer ser médica pois ama a medicina. Devo confessar que eu quero cantar. Cantar a vida. E também devo confessar que sempre olhei para os garotos de uma forma muito especial. Nunca tive coragem de pensar no assunto.
Semana passada fui na Livraria do Unibanco Artiplex com a minha namorada e começei a folhear seu livro. Vi que era algo diferente e comprei escondido dela. Li naquela noite de um folêgo só. Em alguns momentos eu parava e pensava em acordar meus pais e falar: "eu sou um CANTOR e tem mais eu quero me apaixonar por um cara legal". E tem mais ainda: eu Quero ser feliz pois como diz a Rita Lee...enquanto estou vivo cheio de graça talvez ainda faça um monte de gente feliz.
Ainda não tive coragem de fazer tudo isso. Mas tenha certeza que você é o responsável por um médico a menos no Brasil e que eu vou mergulhar fundo na história de cantar. Tenho que terminar meu namoro. Sei que posso. Tenho que estar livre para encontrar meu principe encatado. Será que ele existe?
Você mudou minha história. Eu quero ser o dono dos meus sonhos. Obrigado.


Terminei de ler seu livro, muito gostoso. Tem um certo suspense, ainda bem que você disse que não era uma autobiográfia como diz na ficha do livro pois eu já estava preocupado de estar na hora de escrever a minha. São muitas coincidências as nossas tragetórias.


Muitos devem dizer as mesmas coisas.Eu quase não leio, sou carioca, moro em São Paulo.
Domingo, estava chateado e sai de casa. Fui atá uma livraria e, como todo gay, tenho meus lugares rotulados que não gosto. Fui até a replublica e como não freqüento o lugar, entrei em uma livraria-café e vi a literatura gay. Chamei a moça e disse: "Qual desses livros é bom, legal, tem muitos elogios e vende bem". Nisto estava o seu livro. Gostei pela capa e por não ser muito grosso.
Quero,dizer que adorei e acabei de certa forma me apaixonando por você (rss). Como? Nunca tive o privilegio de conhecê-lo quando aí morei. E você é bonito!
Muitos de suas historias são as minhas e de muitos outros. Tive ótimos namorados e busco tambem um outro grande amor.
Senti uma alegria muito forte lendo seu livro e um grande carinho foi cresendo por você. Pois saiba, eu odeio escrever pelo computador e fiquei com enorme vontade de dizer isto para você. Pena que tenho pouco tempo livre, senão iria já para Niterói até alquem me apresentar a você. Deixaria meus amigos loucos.


Marcelo, amei ler teu livro! você é uma criatura muito especial! Te admiro muito.


Li seu livro em Abril. De uma tacada só. Sou uma mulher de 65 anos. Em 2004fiquei viuva. Fui casada por 45 anos. Casei menina. Era do interior.
Durante todo meu casamento sofri amargurada pelos meus desejos por outras mulheres. Tive 4 filhos. Dois meninos e duas meninas. Um rapaz era gay e mesmo eu sabendo que sentia o mesmo que ele sentia me calei frente a opressão que meu marido impunha a ele. Ele morreu de Aids fazem quase 15 anos. Morreu longe do Pai mas estive sempre perto e ele tinha um lindo companheiro que também morreu de Aids. Nunca disse ao meu filho que eu também sentia desejos e desejos muito fortes por mulheres. Ele poderia ter me ajudado a buscar o meu caminho.
Quando meu marido morreu eu tinha 62 anos. Estava casada desde os 17. E durante todo este tempo eu sublimei meus desejos por mulheres. E como começar a me libertar com 62 anos?
Quando acabei de ler seu livro a frase da Rita Lee me deu um sacode "Enquanto estou viva, cheia de graça, talvez ainda faça um monte de gente feliz..."
Mesmo viúva eu não tinha coragem de me ver com outra mulher.
Mas em abril eu começei a me perguntar porque não. Estou Viva. Estou Aqui.
Em junho conheci a Laura. Estamos JUNTAS. E já disse aos meus 3 filhos e netos que estou Namorando ela. Estou FELIZ. Estou VIVA. E acho que estou fazendo a Laura Feliz também. Muito Obrigada. Eu te amo sem te conhecer.


Escrevo porque hoje li seu livro, e achei bonita sua história e corajosa.
Há alguns meses atrás, e depois de tantos anos, não sei por quê, lembrei de você e o procurei no orkut..... para minha surpresa, o achei em algumas comunidades, sendo elogiado pelo seu trabalho e pela sua pessoa (isto último não foi surpresa).
Achei legal ver que você continuava com esse trabalho social tão bonito...... até tentei te escrever uma mensagem no orkut, mas acho que não consegui enviar já que não domino esse site.
Passaram-se algumas semanas e como nunca faço, comprei aquela revista G por causa dos trigêmeos... e foi ai que vi a sua foto e li sobre o livro... comprei-o pela internet e hoje o li de uma vez só....
E bom, decidi te escrever já que achei legal ver que você é um cara cheio de qualidades e valores, e que te move fazer feliz aos outros.
É bom comprovar, que eu não estava nada errado quando te conheci, e que você era realmente um rapaz bonito por fora e ainda mais bonito por dentro (caaaaaalma....... que não tô te cantando) rsrsrs.
A gente se conheceu no Carnaval de 1998, e nos re-encontramos no de 1999, houve mais uma em São Paulo........... meu..... o tempo voa..... será que vc se lembra??? rsrsrsrs... talvez não, mas tudo bem, não é obrigado.
Só de lembrar daqueles dois carnavais, me faz sorrir de satisfação pela experiência vivida.... ficaram marcados com grande carinho.....
Bom.... novamente .....parabéns pelo seu livro... pelo seu trabalho, e pelo demais....


E não tinha mesmo e não terão nunca...
Li seu livro, e me emocionei muito, chorei a todo momento. Tenho 70 anos, sou viúva e fui mãe de cinco filhos. Hoje me restam 3 filhas, pois perdi dois filhos: um rapaz aos 31 anos, e já vão fazer 19 anos que ele se foi; a outra que era a mais velha tem 1 ano e seis meses que faleceu, aos 50 anos.
Mas, voltemos ao seu livro, que a todo momento que eu lia os capítulos eu dizia: - Esse menino tinha que ser meu filho, pois o meu foi muito mais amado por nós quando nos disse que ele era "Entendido" que era um dos termos usados na época.
Lendo o seu livro e sabendo o que você passou, eu dei Graças á Deus por ter aceitado o meu FILHO e amado ele mais ainda.
Quero ter a oportunidade de conversar com você, sobre o meu filho, e sobre você.
Ganhei este livro maravilhoso de duas filhas "postiças". Disse ganhei, mas o certo ganhamos pois a dedicatória foi minha filha caçula com quem eu moro.
Sabe o Lírio, que desabrocha no lodo e não perde a brancura e pureza; você é assim pois mesmo tendo passado por tantos percalços na vida, não conseguiram destruir o que de bom estava dentro de você.
DEUS te conserve sempre assim, e sei que ele sempre vai te cobrir com muitas bençãos.
Um grande abraço, que um dia espero dá-lo pessoalmente, que para mim será como se estivesse abraçando meu "FILHO"!!!!!!!!!
DEUS te abençoe!!!!!!!!


Comecei a ler o seu livro. O relato é emocionante e me identifiquei com muitos episódios de sua vida e descoberta como gay. Em alguns trechos, quase chorei.
Está me fazendo refletir. Saí do armário no final de 2004, aos 31 anos. Hoje estou com 34. Admiro a sua coragem. Ela me incentiva a ser ainda mais corajoso.
Não que eu negue a minha homossexualidade. Só que quando namoro, não conto ainda para a minha mãe. Ela ainda está se acostumando com a idéia, embora já saiba do que gosto. No meu trabalho, todos sabem, inclusive a chefia. E me respeitam. Gostaria de um dia, se puder, trocar idéias com o senhor e experiências. Tem muita coisa que gostaria de falar também. O seu livro está me fazendo muito bem.


É impressionante como você realmente mexe com a vida das pessoas, e embora receba os depoimentos, talvez não alcance a importância da sua influência.
Você faz muita diferença na minha vida. Quero ser, como você, uma pessoa corajosa.


Moro em Manaus. Conheci seu livro lendo a G. Magazine. Tenho 19 anos. Comprei pela internet. Nunca tive um namorado pois sempre achei que isso fosse nojento mas ao mesmo tempo não conseguia parar de pensar em garotos. Eu tive uma namorada mas não sentia emoção em estar com ela. Não a emoção que você traduziu no livro que você tinha com o Thiago. Todos me acham bonito. Minha família tem dinheiro. Estou na Universidade. Vou ser médico. Mas muitas vezes que pensava em garotos me vinha nojo e culpa. Já pensei várias vezes em me matar. Não queria que minha família tivesse vergonha de mim. Não queria que meus amigos me rejeitassem. Li seu livro em um único dia. Terminei chorando. Terminei decidido a viver. Terminei querendo achar o meu Thiago. Terminei e fui falar com minha mãe e com meu pai. Eles já leram o livro e disseram que querem ter tudo a ver com isso pois querem que eu seja feliz. Eles querem que você venha a Manaus compartilhar com eles um novo momento na minha vida. Eles disseram que você também é um pouco meu pai pois depois do livro eu nasci de novo. E como você estou pronto para andar de mãos dadas com o rapaz que com certeza está do outro lado da rua.


Antes mesmo de fazer qualquer comentário sobre essa belíssima obra, gostaria de parabenizá-lo, primeiro pela coragem, pois sabemos que não é fácil fazer o que fez, segundo pela forma com que conduziu cada linha, cada parágrafo e cada capítulo do seu livro. Poucas vezes tive a oportunidade de ler um livro em que o autor conseguisse prender tanto minha atenção da forma que fez. De fato Marcelo, você surpreendeu, não só a mim, mas a todos que leram seu livro. Surpreendeu pela forma sensível e carinhosa com que abordou o assunto, mas surpreendeu ainda mais pela coragem como disse acima. Você foi, ou melhor, você é um lutador... E você venceu, venceu diante uma sociedade cruel, venceu diante os preconceitos que o rondam, venceu diante da própria vida e dos limites que ela impõe... Acredite nisso e siga tocando em frente seus projetos, suas vontades, desejos, e principalmente seus sonhos. Você como qualquer um tem esse direito! Continue lutando pelo que você busca. Agora você tem definitivamente o apoio que merece. Sinta-se realizado, não há outra definição para este momento que posso chamar de "momento mágico". Você Marcelo, conseguiu despertar nas pessoas os sentimentos, as angústias, os desejos que até então não poderiam ser realizados. Parabéns por tudo. Com certeza, com suas dores e suas delícias ajudou e muito. Esperamos com essa iniciativa, que as pessoas sejam menos más, menos preconceituosas, uma sociedade justa é o que queremos. Torço muito por você. Continue sendo acima de tudo um Homem de bem! Viva a vida!


Olá Marcelo. Sou uma mulher com mais de 50 anos. Terça passada estive no Rio e uma amigo do Ministério Público me indicou seu livro. Comprei e li no avião voltando para minha cidade. Apesar de casada, com filhos e ser considerada uma Perua por todos eu estou vivendo dentro de um trem fantasma fazem muitos anos. Ao acabar de ler seu livro tive a certeza de que posso ter forças de sair deste medo que vivo. Tenho mais de 50 anos? Sou casada? Tenho Filhos? Mas estou viva e quero voltar a amar. Alías quero dizer para minha amiga que a amo e se ela também me amar estou pronta para jogar tudo para o alto e como você dar as mãos para ela.
Você jamais terá a dimensão de como me ajudou.
Eu vou poder amar de fato a minha amiga como mulher e não como amiga.


Adquiri o seu livro na 6ª Conferência de Assistência Social. Já tinha ouvido algumas pessoas falar bem dele, mas não sei porque naquele dia tive a curiosidade de lê-lo. Confesso que sua história me emocionou muito e conforme eu ia lendo, ficava muito envolvida, a ponto de de ficar super sentida quando você relatou a morte de Thiago. Imagino em toda a sua trajetória de vida o quanto você sofreu, foi humilhado. Sou evangélica e também nasci e fui criada na igreja batista. O serviço social me proporcionou a compreensão de como lidar com as questões que a sociedade considera diferente e o homosexualismo é uma delas.


Terminei de ler seu livro ontem e me aventuro a fazer pequenas interpretações no objetivo de parabenizá-lo pela obra.
A narrativa é excelente, sendo um ótimo livro para reflexão da sua dedicatória “Viva a Vida”. Não sei como se deu a escolha do título, mas foi sem dúvida uma decisão brilhante. Ninguém tem nada a ver com a nossa felicidade....pura verdade.....a felicidade é uma questão pessoal, e cabe ao indivíduo buscar ser feliz. E o grande paradoxo, e grande verdade dita no livro, todos tem a ver com isso.... a atitude de todos impactam na nossa felicidade, e necessitamos dos outros para sermos felizes. Belos conselhos da sua professora “Vitória”, enfim opiniões e experiências que são melhores do que qualquer leitura de auto-ajuda (que particularmente não gosto), pois propicia uma bela reflexão.
Mas é isso, só gostaria de dar meus parabéns pelo livro e pela postura de vida (assumindo sua identidade e vencendo preconceitos), além de agradecer a oportunidade de compartilhar um pouco da sua vivência.
Espero que continue escrevendo romances e livros técnicos (e que eu sempre tenha a oportunidade de lê-los).


Comprei seu livro ontem à noite, aqui em BH, onde peguei seu autógrafo.
Depois de terminar a leitura, constatei como as nossas histórias são parecidas: tenho exatamente a sua idade, fui criado no interior de Minas, família católica, odiava futebol !!! (veja o absurdo: cheguei a desejar ter o mesmo problema de um colega de escola - sequela de paralisia infantil - só para ser dispensado das terríveis aulas de educação física!); fui apaixonado pelos amigos héteros até me aceitar e passei por todos os sofrimentos e dúvidas que você descreveu na sua história.
Eu também fiquei encantado com o filme "Maurice" (comprei o livro recentemente, foi editado aqui pela Editora Globo) e todos aqueles outros filmes que gosto tanto. Meu maior consolo também cinema e a música - principalmente o grupo The Smiths, em especial a música "The boy with the thorn in his side" - eu era o próprio 'boy with the thorn in his side', cantarolando "e quando se quer VIVER, como se começa? onde é preciso ir? quem é preciso conhecer?"
Lembro que o que muito me ajudou nos anos 90, quando vim morar em BH, foi a revista SUIGENERIS... Ela me deu coragem para finalmente me permitir ir às boates e descobrir um novo mundo para mim.
Gostaria de ter te me encontrado com você depois de ter lido o livro, para poder te contar estas "coincidências" cara a cara com você!


Seu livro tem sido muito pedagógico e tem colocado na pauta das discussões familiares a questão da homosexualidade e de como as famílias estão ou não preparadas para compreender essa situação.
Até aqueles que se acham tão modernos, qdo leem o livro começam a se questionar como seria se o mesmo estivesse acontecendo consigo ou com alguem muito próximo. Qtas vezes vivemos algumas das situações narradas no livro e por vezes víamos tento as mesmas reações ' E ninguem tinha nada com isso....' qtos amigos poderia ter ajuda se tivesse dividido com eles a caminhada?
Será que somos realemente amigos daqueles que amamos e por não entendermos/compreendermos deixamos que sofressem nessa caminha sem a nossa ajuda?
As vezes tenho a sensação que não damos importância ao que acontece com os outros que estão ao nosso lado e ignoramos. Afinal, os "nossos" problemas são sempre maiores, não temos tempo e deixamos que a vida não nos confrontem para que não tenhamos que nos "envolver".
Enfim, acho que toda família deveria ter a oportunidade de ler seu livro e se colocar em destaque de como querem encarar a vida e se importar com aqueles que amam.
Acredito que o livro traz uma exposição, mas como bem dito, a vida sem risco não vale a pena.


Hoje, dia do Orgulho Gay, depois de ler seu livro fico olhando um pouco para o passado e me vejo como eu era amendrontado com minhas preferências e opiniões. Agora sou feliz como sou, amo meu companheiro, ainda não consegui oficializar meu casamento mas a vida segue. A luta segue.


Eu moro no nordeste. Tenho 32 anos. Nunca tive um namorado. Sou casado e tenho duas Filhas. Li seu livro. Primeiro me apaixonei por você. Nem sei como vc é mas me apaixonei por você. Depois lembrei que não pude viver meus desejos por conta das culpas, cobranças e preconceitos que vivia na minha cidade. Acabei me casando. Agora sei que mesmo estando apaixonado por você eu não posso te namorar mas vc me ensinou que posso e devo namorar a quem eu amo e neste momento não é minha esposa. Já conversei com ela. Vamos nos separar. Ela entendeu tudo numa boa. E como você quero sair pela rua VIVO e CHEIO de GRAÇA pois eu posso me fazer feliz e fazer um monte de gente feliz.
Eu queria ter sido o Thiago ou o Robson.
Quem sabe um dia a gente se encontra na rua como por acaso ?
Muito obrigado. Eu vou poder ser feliz.


Li seu livro. Ele me desafiou a ser uma Mãe, mulher e pessoa mais generosa e mais atenta com as pessoas. Eu não sou a mesma desde que terminei de ler que aliás foi num folêgo só.
Nunca pude imaginar que ao começar a ler um livro eu seria uma pessoa diferente quando terminasse.
E vc tem razão: "Enquanto estou viva, cheia de graça eu posso fazer um monte de gente feliz "


Confesso que demorei muito tempo para ler o livro. Estava com medo de não gostar ou de ter alguma crítica e ficar desconfortável em dizer para vc. Fiquei contente no lançamento com a repercussão positiva e mais essa sua demonstração de coragem. Entretanto, demorei eu para encarar o livro... que bobagem!
Mas anteontem, quando comecei a lê-lo no meio da tarde, não parei mais! Devorei-o numa tarde... me deleitei com alguns detalhes que não conhecia e fiquei contente por você traduzir tão bem o mundo que a gente vive que é bastante ignorado pela maioria. Ontem passei em frente a um dos "equipamentos comunitários de sodomia" que descrevemos no nosso artigo em 1996...
Me diverti também. Ri em várias passagens, e o que mais gostei foi de ver o seu estilo. Parecia estar conversando comigo. Acho que mesmo quem não te conhece sentiu isso também e por isso a repercussão do livro foi tão boa.
É delicioso ver como as pessoas reagem de formas tão diferentes, e como a exposição desperta interesse... quantas propostas de namoro! rs... e atualmente temos a impressão que não vale a pena se expor. Vc mostra o contrário e eu também acredito nisso. Acredito que só vai haver reais mudanças nos paradigmas do afeto e das relações humanas quando as pessoas abandonarem seus medos, seus pre-conceitos e acreditarem em si.
E a gente vai caminhando... como vc já disse muitas vêzes, a gente vai ficando com os errados até achar o certo, mas o importante é tentar!
Obrigado por mais essa experiência contigo!


Li o seu livro, claro. Parei em muitos paragrafos, relendo, marcando, refletindo... participando de alguma forma da construçao do Marcelo Garcia de hoje. Construçao sofrida, né? Eu sei.
Procurei me ver nos muitos papeis das pessoas dessa fase de sua vida...e pensei muito nos meus alunos, nos meus amigos, em você e enfim, me vi professora novinha lidando com o desconhecido, sem saber o que falar/fazer, como ser presente naquelas vidas. Foi o dificil momento do " nao ter e ter que ter pra dar"..
Nao sei se ajudei, nao sei se ajudo, sei que nem sempre assumi que tinha tudo a ver com isso.
Vi muitas dores desse amor que nao ousa dizer o nome.
Me vi também quebrando preconceitos mais por amor que por desconstrução deles.
Construir a liberdade individual tem um preço, Marcelo. E só os mais fortes conseguem enfrentar o desafio. Alguns nem chegam a viver plenamente essa liberdade, mas já sao vitoriosos porque descobriram o caminho.
Obrigada por ter tido a coragem de falar sobre sua caminhada. Vai ajudar a muita gente. Muitos pais deviam ler pra ajudar um pouco mais a seus filhos.
Você ser meu amigo.
Obs. Doeu muito a historia de amor como Tiago. Tive vontade de ser sua tia e te aninhar nos braços.


Meu caro Marcelo.
Primeiro quero te dizer que nunca tinha ouvido falar de você. Porém,como acredito que as coisas não acontecem por acaso, meu amigo tinha que ir ao Congresso em Recife e me apresentar-lhe através de teu livro.
Não sei nem por onde começar, porém, tenho que começar. Tenho tanto a te agradecer que passaria todo o dia. Li seu livro em quatro horas, devorei-o. Não conseguia parar de lê-lo, tamanha a identificação.
Parecia estar me vendo em alguns aspectos de seu texto. Não sei se um dia terei a felicidade de estar perto de você, olhar em teu olho e deixar transparecer através de meus olhos marejados, a real alegria que você me proporcionou. Alegria de poder concretizar a certeza que já tinha de que somos feitos para viver intensamente, e viver felizes. Esta vida, como bem você disse, passa rápido. E nessa rapidez em que ela passa, temos a obrigação de tentar fazermos com que ela seja a melhor possível.
Por morar em uma pequenina cidade do interior do RN, região Nordeste do Brasil, as cobranças em alguns aspectos são ainda maiores. No entanto, não me diferencio em nada do bebê, menino, adolescente e homem que todos os gays em algum momento de suas vidas são. Passei por tudo eles que passaram. Vou passar por muito mais, tenho esta certeza.
Também não acredito que vim aqui nesse mundo e não vou poder ter alguém que possa amar. Não quero somente ser amado. O grande erro das relações é esse. As pessoas simplesmente procuram no outro, o amor que não dispõe para si. Não podemos receber de alguém o que nem nós mesmos conseguimos nos dispor. Vou encontrar alguém que vai querer andar comigo de mãos dadas pela praia, pelo campo, pela rua e pelo mundo.
Espero. Ele virá. Tô cansado desse mundo de gueto onde as relações são muitas superficiais e nenhum pouco intensas e marcantes. Relações nas quais poderemos lembrar dos bons momentos, caso elas acabem.
Queria muito sentar contigo, tomar um drink ou quem sabe um café, almoçar, jantar, sair para dançar... e, quem sabe, aprender muito com sua experiência de vida e te ensinar um pouco também da minha. Isso vai acontecer. Creio muito nisso.
Tenho certeza também que teu livro, brevemente será reeditado várias vezes e o comprarei várias vezes para dá-lo de presente para tantas outras pessoas que necessitam.


Foi muito curiosa a forma como encontrei seu livro. Foi por um desses acasos de Deus. Eu fui na livraria Letras & Expressões em Ipanema, no sábado a noite, e estava folheando vários livros pra ver se encontrava algo pra me acalmar. E fui parar no seu, sem a menor intenção disso, porque tanto a capa, como o título, a princípio não são indicativos do tema. Eu já estava naquela de folhear tudo o que estava na minha frente, quando então "encontrei" o seu.
Foi muito bom mesmo.
Já um bom tempo estava me cansando desses relacionamentos de sauna, pegação etc, sem o menor envolvimento afeito, puramente sexual. E o que eu mais desejo atualmente é ter um cara legal do meu lado, para que eu possa conhecer o sexo com uma nova conotação, com sentimento, com amor, ter um homem para que a gente possa crescer juntos. É uma vontade intensa de amar. E é confortador saber que não só eu que sinto isso, apesar de toda solidão.
Sua percepção do mundo gay (não gosto desse termo, mas...) é parecida com a minha. Esse lance de gay ter que estar em lugares a parte, vestir calça jeans da Forum, blusa de marca etc etc, é demais. E a impressão é essa mesma, de que todos tem que viver num mundo a parte, como se fossem marginalizados.
E acho que a coisa não é por aí, estamos todos juntos nesse mundo. E não me sinto em família nesse contexto todo. Quero viver naturalmente, no mundo, junto dos heteros, bis, trans, como um ser normal.


Li seu livro. Caiu do céu, veio como uma luva. Estou me sentindo muito sozinho, carente, no processo de aceitação. Tenho 29 anos, lá pelos 21 anos "caiu a ficha" e percebi que era gay, mas até hoje eu ainda não me aceitei plenamente. Tá difícil esse processo, principalmente por ainda não ter tido um namorado.
Com seu livro, vi que não sou o único com os mesmo conflitos, principalmente em relação ao "mundo gay". Tá me cansando isso tudo, principalmente esse sentimento de ser um mundo a parte, diferente do nosso. Tenho poucos amigos.
Os que valem a pena não são gays, o resto é mera social. E dói muito ainda não ter encontrado uma turminha gay que seja parecida comigo, que eu me sinta "em família" e à vontade para dividir o que se passa comigo. Parabéns pela sua coragem de se expor.


Estou cursando o 7º periodo do Serviço Social e tenho como proposta de banca de TCC, com o seguinte projeto... o Serviço Social: a livre orientação e expressão sexual como direito humano...., por intermedio de uma profissional fiquei sabendo de um lançamento de um livro seu sobre a tematica!!!!


Com relação ao livro achei uma demonstração de posição, luta ferrenha contra o preconceito, postura, objetivo, lição de dignidade, coragem e posicionamento.


Quanto ao seu livro, espero acabar para comentar,Até agora estou gostando muito e admiro sua coragem em despir-se completamente. Como sou mais para reservada, isto me impressiona bastante. Mas, a dor faz cada coisa com a gente...


Devorei o seu livro hoje, grande lição de vida, bela mensagem de liberdade. Parabéns!!!!


Realmente durante a leitura do seu livro pude projetar em minha mente diversas situações que a vida nos confronta e nos humilha, tudo pela ignorância dos homens, pelos "rótulos" e hipocrisias. Isto desde que o mundo é mundo, só mudam os cenários de cada geração. Passamos por certas situações sem entender os motivos, achamos tudo tão dolorido, que acabamos por nos sentir os mais infelizes. Mas lá na frente, muito lá na frente mesmo, é que entendemos que isto nos faz crescer, amadurecer, que faz quebrantar nossos corações, mas infelizmente para alguns, o sofrimento gera rancor e ressentimento, as doenças da alma.
Pude perceber a beleza do seu coração, apesar de muita coisa está escondidinha aí dentro, digo porque, entendo a sua capacidade de amar,também passei por isto. Fui também "devastada" por um amor que me deixou em torpor desde a primeira vista. Acho que aqueles que dizem que não existe este amor, que isto é pura ilusão, ahhh....que pena, não experimentaram esta sensação que é extremamente forte, não dá para explicar, é mesmo espiritual. E isto é bom, bom mesmo, é sinal de que estamos vivos!
Sua relação com a Igreja, não foi por acaso, você não nasceu num lar evangélico ao acaso, foi naquele ambiente que Deus te provou, ou seja, a grande provação que os grandes sábios e os grandes mestres passam. É no grande deserto, sujeito a todas as desilusões e solidão que Deus prova nossa coração. O preconceito é do homem e não de Deus, hoje consigo separar isto, sei que Deus nos ama tanto, e do jeito que somos. Acho que foi aí que a Igreja te fez sentir tão infeliz, você era só um adolescente cheio de sonhos, de vida e de conflitos, ainda com muitas coisas para viver, experimentar e sentir.
Hoje quando vou à um culto, estou ali sentindo aquele poder, aquele amor maravilhoso, que me dá paz, conforto, que me alimenta espriritualmente, não me envolvo com as coisas do homem, entende? Mas esta sensação só pude sentir depois de muitas dores, muito amadurecimento pessoal e espiritual. Diferente de um adolescente que está só começando a dar seus primeiros passos na vida, a formar sua identidade e sua auto-afirmação. Aí qualquer discriminação ou insulto, qualquer tentativa de nos impor, de nos "moldar", é uma tragédia, marca mesmo, causa uma dor grande, que se não for trabalhada, se estende para a vida adulta e causa muito sofrimento.
Enfim, sei que um dia no outro lado, teremos as respostas para tudo o que somos e vivemos, enquanto isto, como você disse: vamos viver muito, muito, muito mesmo! PARABÉNS pelo livro, excelente!!!


Eu não sabia das histórias da Mesbla e dos banheiros públicos. O que achei legal é que você em nenhum momento desmontou sua mãe ou sua avó, sempre as tratou com respeito e consideração. Agora, você conhece os meus pressupostos teológicos, os quais não compatibilizam com a prática homossexual. No entanto, respeito a vida e as decisões de cada um, até porque, cada um faz o que quer e age da maneira que quer.


Eu adorei o livro. Embora eu já soubesse de boa parte do que estava ali, ver suas confissões e como se sentiu foi encantador. Li o livro todo no mesmo dia. Só me ficou uma questão: não ter nada com isso te parecia indiferença, será que nunca pensou que era respeito? ... Que era a nossa maneira de te dizer que gostávamos de VOCÊ todo, sem questionamentos de detalhes? Pois se não pensou, acredite, era.


Eu sou um cara careta. Nunca tinha visto de perto esta história de gays, aliás sempre fui um preconceituso com eles. Como você me deram acabei começando a ler e nem parava para beber água. No final queria te pedir em namoro. O Thiago teve uma linda história com você. Nunca tive esta história com nenhuma mulher. Acho que foi por isso que quis te namorar. Quem sabe como você diz ainda, dê tempo no Tempo da Delicadeza. Aquele tal de Robson é um babaca. Você quer namorar comigo? Você disse "estar vivo e cheio de graça e ainda pode fazer um monte de gente feliz". Eu posso ser um deles?


Essa noite eu praticamente dormi abraçada ao livro, como acordo várias vezes durante a madrugada, a cada vez que acordava, lia um pouquinho.
Estou adorando. As pessoas têm preconceito contra auto-ajuda. Eu não tenho não. Acho que existem livros ótimos. E o seu é um deles, embora não seja especificamente auto-ajuda. É um auto-relato, tipo confissões de adolescente ou coisa que o valha em outra fase da vida. Muito legal mesmo.


Me emocionei lembro seu livro. Muito bonito mesmo! PARABÉNS PELA SENSIBILIDADE E PELA CORAGEM!
Tenho certeza que vc é um filho muito amado do nosso Deus!


Eu comprei seu livro ontem em Recife. Tive a oportunidade de te dar um abraço e você me fez uma dedicatória linda.
Eu pensei que era um livro sobre Assistência Social. Comecei a ler durante uma plenária da conferência. De repente vi que se tratava de você e de suas histórias. Quando vi estava aos soluços no teatro. Sai e fui te procurar para te dar um abraço e dizer que eu sei que minha filha também é gay e acho que eu não estava sabendo compreender ela assim como sua mãe não soube te compreender. Você já havia ido embora. Cheguei em casa e chorando perdi perdão para minha filha. Disse que ela pode e deve ser feliz como quiser, pois o mais importante é que ela seja feliz.
Passei a noite inteira lendo o livro. Chorei por mim, pela minha filha e por você. Agradeci a Deus pela sua coragem, pois você está sendo um instrumento dele para que pessoas como eu possam repensar a forma de julgar as pessoas.
Cada lágrima que verti foi um pedido de desculpas para os tantos e tantos preconceitos que tive durante a vida. Obrigada.
Chorei muito pelo Thiago. Torci para que vocês ficassem juntos. Não desista, pois em outras vidas vocês ficarão. E tive pena do Robson pela sua covardia. Ele de fato perdeu um grande Homem. Descobri em cada lágrima que verti esta noite que você é um grande homem.


Gostei muito do seu livro . Senti não ter tido a oportunidade de ouvir ou ler experiência semelhante (porem nunca é tarde) quando lidava diretamente com crianças e jovens; enquanto lia e refletia (é um texto que exige reflexão) passaram pela minha memória inúmeros casos, aos quais deveria ter dado mais apoio. Certamente é um livro para educadores (com letra maiúscula) já encomendei alguns com endereço certo e outros, naturalmente se seguirão.
Parabéns pela coragem, obrigada pela chamada à consciência.


Li o seu livro por indicação da Maria da PUC-SP. Estávamos juntos dando parecer e, no almoço, ela me contou de seu livro e me falou da pessoa especial que você é. No primeiro momento, quando ela me indicou o seu livro, não me entusiasmei completamente, mas, como a vida é cheia de segredos, pedi-lhe que mandasse a indicação por internet, a qual chegou no dia seguinte. Por incrivel que se possa parecer, no mesmo dia, fui ver uma peça do Becket (Primeiro Amor) no teatro TUCA da PUC-SP e, à frente, havia uma livraria da Cortez. Encontrei, imediatamente, seu livro. Li do dia seguinte ao próximo. Chorei muito compartilhando seus dilemas e alegrei-me com suas conquistas. Ao final, percebi o quanto as dificuldades, no amor, podem nos conduzir a uma situação de inquietude misturada com anseio; esperança e descrença. Mas vi, também, o quanto há uma energia positiva que o move: o amor, ainda, é o sentido de sua vida. O trabalho está resolvido; não é mais uma questão, como deve ter sido, mas da qual não se trata no livro.
Ficaram muitas coisas de que eu gostaria de saber muito mais. Na verdade, o desejo era o de conhecer você e tornar-me um dos seus grandes amigos. Senti que você é uma luz das mais especiais que estão para clarear os caminhos dos homens e das mulheres (para não qualquer interpretação dúbia - RSSSSSSSS!!!).
Procurei-o pelo Orkut, mas não o localizei. Por fim, preferi seguir outros percursos. Enfim, estou aqui; como desejava: enviando uma mensagem e esperando que o toque mais do que muitas das outras.
Gostaria de conhecê-lo muito mais. Já o admiro pelo pouco que sei.


Li seu livro. Fiquei um pouco triste e surpresa pois não sabia que você tinha sofrido tanto preconceito.E o pior é o de dentro de casa. É lamentável. Você foi autêntico e verdadeiro. Torcia pelo Thiago e sofri com sua morte, acho que esta parte poderia ter sido mais explorado por você no livro, pois eu fiquei comovida e acho que outras pessoas também ficaram.
Parabéns, o livro é uma lição de vida para muita gente.
Gente que não aceita os filhos gays e muito menos parentes ou amigos. Sinto vontade de te abraçar e dizer olhando nesses olhinhos azuis.
Marcelo,desejo muita felicidade para você e se não tiver ainda, desejo que um cara super legal apareça na sua vida para te deixar muito feliz e realizado e que você possa passear de mãos dadas, não só na praia como no mundo inteiro! Você é especial porque DEUS te fez assim e não é para mudar mesmo !


Comprei o seu livro e presenteei minha sobrinha. Ela leu e fez o seguinte comentário:
"Queria muito encontrar com ele pra dizer que ele deve se considerar um privilegiado, e ser muito feliz porque não são todas as pessoas que se permitem viver um AMOR com aquela intensidade. Algumas vezes perdi o fôlego pensando no Tiago, queria muito encontrar um Tiago na minha vida, acho que nunca senti AMOR como aquele."


Estou te escrevendo este e-mail extremamente emocionado..Li seu livro e me identifiquei com o amor que transborda nas entrelinhas.
Queria te dizer que me orgulho muito de ter lido um fragmento da sua história colocada de forma tão delicada e sensível..dizer que admiro sua coragem e sinceridade seria piegas, senão fosse extremamente sincero da minha parte, assim como o é, esse depoimento apaixonado e ridículo, como só as cartas de amor podem ser..forte abraço.


Estou lhe escrevendo como uma leitora, deixando à parte o vínculo funcional.
Tenho um carinho muito especial por você, não sei nem mesmo explicar o porque.
Li o seu livro e me emocionei MUITO, ao final o desejo que tive era de lhe dar um forte abraço.
Te desejo muitas felicidades e muitas realizações!


Tive a oportunidade de ganhar seu livro de no meu aniversário. Sabia que você ia lançar um livro mas não sabia do que se tratava. A apresentação já dava o caminho para refugiar meus medos. Tenho a sensação de que assim como o Thiago e como o Robson eu também sou um caso complicado de se entender. Fico me perguntando porque eles não quiseram entrar definitivamente na sua vida e fico com muito medo de que eu também não tenha coragem de entrar na sua vida pois para mim a delícia de ser gay ainda é muito distante.
Ao acabar de ler o livro reli a dedicatória e percebi que de fato ela é muito distante mas não é impossível. E como você disse que está vivo e cheio de graça talvez ainda dê tempo de me fazer feliz. Agora é comigo e com meus medos.


É simples! Conheci você e sua história um momento importante.
Estava pronto e maduro para tomar novo caminho, quanto ao meu lado pessoal.
O profissional sempre esteve bem. Mas o meu pessoal era um desastre. Nunca tive alguém! Acredite! Aos 33 anos, agora já quase nos 34!
Nesses dias um novo horizonte se abriu na minha vida.Acho que encontrei minha alma gêmea. Está sendo mágico.
Acho que estou vivendo minha verdade. Isso me faz leve!
Ao conhecer sua historia vi que vale a pena ser o que sou. De verdade, sem medos, sem sombras.
I am who I am! Sou muito grato por isso! Você contribuiu sim! O indireto mais que direto!


Terminei de ler seu livro e é com imensa satisfação que me dirijo a você.
Já o admirava profissionalmente, agora então...pela coragem de projetar toda sua trajetória de vida, o que servirá de exemplo e esclarecimento para que as pessoas, sejam elas de que sexo, raça, classe social, sintam que é necessário ter coragem de liberar aquilo que está no "armário da alma" e dos seus "trens fantasmas" no curso de suas vidas, para encontrarem a verdadeira felicidade.
Hoje, aos meus cinqüenta e cinco anos, pude através dessa leitura, compreender a homossexualidade com mais respeito e carinho.
Desejo-lhe toda a felicidade do mundo, sem se esquecer do "deus" que está no seu coração.


Comecei a ler o seu livro e não consegui parar. Além de você demonstrar talento como escritor, a narrativa é envolvente e, sem dúvida, cheia de emoção. Parabéns!


Acabo de ler "E Ningúem Tinha nada com Isso..." Todos nós sabemos que humanos gostam de contar histórias, mas escrevê-las é o grande lance. Em seu livro você vai dividindo com seus leitores seus sentimentos e ações. É um prazer ler e ao acabar o livro constatar como o texto vai abrindo caminhos.
Já emprestei pra meu filhote.


Li seu livro no sábado passado, quando estava indo viajar. Comecei às 6h em Congonhas, e devido ao atraso do vôo e uma vontade de saber o que você falaria a cada próxima página, consegui terminá-lo quando cheguei na cidade que ia visitar. Gostei muito, você relatou seus sentimentos de forma a fazer o leitor sentir!
Acho que você teve uma história muito interessante, quando terminei, pensei "quanto é bom saber que o Marcelo publicou e mais pessoas poderão ler esta história", e quando se tratar de um leitor gay, em algum momento, seja no preconceito vivido, no amor ou no desejo de "andar de mãos dadas" (simbolismo que acho retratar bem o preconceito existente) ele irá se identificar com algo, mesmo que tenha vivido com menos intensidade ou por menos tempo.


Pensei muito antes de lhe escrever sobre seu livro, pois não costumo muito me abrir com as pessoas, mas hoje acho que já sinto confiança o suficiente para demonstrar o carinho e o respeito que sinto por você, não só como profissional, pois isto já tinha certeza do seu talento, mas como pessoa íntegra que tem um coração enorme. E isto passou a ser nítido para mim depois que comecei a ter contato mais direto com vc.
Parabéns pela sua garra e força, principalmente na luta contra qualquer tipo de preconceito e este livro (que com certeza será o primeiro dentre muitos outros) foi um belo exemplo de que a vida deve ser vivida longe de qualquer espécie de preconceito e discriminação.
Em muitas partes do livro me emocionei e as lágrimas chegaram até a rolar e ao reler algumas partes, pude entender também algumas passagens da minha vida.
Ah! Já ía me esquecendo, no domingo fui trocada pelo seu livro na praia, ou seja, meu namorado ficou com os olhos grudados o tempo todo no livro e eu me rendi ao jornal, já que não tinha com quem conversar. Mas de certa forma adorei poder ter compartilhado o livro com ele e refletir juntos várias passagens.


Acabei de ler o livro e gostei muito. Fico pensando que a leitura dele é importante para as pessoas que desejam ter filhos. Pede-se filhos com saúde, sem deficiência, com isto e com aquilo. Só não lembramos de pedir que DEUS nos de sabedoria para educarmos nossos filhos com amor, longe de preconceitos, ajudando-os a tornar-se pessoas dignas e aceitando-os com suas qualidades, defeitos e opções (de toda ordem, do time de futebol a religiosa).
Como o desejo da maternidade aflorou nas últimas semanas, tenho refletido muito sobre isto tudo. E devo dizer que a leitura do livro do Marcelo Garcia reforçou muito minhas convicções.


Li o livro e também reli algumas partes. De certa forma acho que direta ou indiretamente todos nós podemos nos ver dentro de seu contexto, principalmente no que diz respeito ao "preconceito", ao "medo da verdade", do "diferente", etc. De coração te abraço pela coragem em se expor, abrir sua alma nas particularidades mais íntimas para que outras pessoas possam ser ajudadas ou mesmo reflitam sobre conceitos e posturas de vida. Particularmente, posso te afirmar que seu livro me fez refletir alguns posicionamentos... Meu carinho especial e um grande abraço.


Começei hoje a ler seu livro e já o terminei pois me tocou, gostei muito. Gostaria de conversar sobre ele numa oportunidade próxima. Beijos.


Estive em SP na Região Sudeste. Comprei o livro e gostei muito. Admiro a sua coragem em se desnudar....


Dirijo-me a você para parabenizá-l0 pelo excelente livro que acabo de ler. Falo primeiro como leitora, que desde a primeira página até a última me prendeu, tanto que só parei quando acabei de ler todo o livro.. Parabéns.
Segundo quero te falar como mãe. É de muita valia o seu relato quanto a seus medos, angústia, tristeza, pânico (as vezes)até você descobrir que tem direito a tudo de bom, como prazer alegria e acima de tudo ser feliz. As vezes não imaginamos tanto sofrimento em sua busca. Meu filho não precisou dizer nada (embora fosse importante para ele a verbalização da situação). Eu nada perguntei, nada cobrei apenas continuei ser sua mãe, amiga e companheira para o que der e vier. Continue dando abertura para que se quisesse, me falasse. E este dia chegou. Chegou por que ele sempre teve a certeza, que para mim antes de tudo ele é um ser humano independente de sua sexualidade. Nesta busca de você, acho que nós (mães, avós, tias etc. família), devemos antes de tudo colocar o amor em primeiro plano e não a sociedade.
Esta será administrada como conseqüência do amor. Parabéns e continue na sua busca da felicidade pura. Realmente às vezes deixamos de viver bons momentos mas devemos então dar valor aos momentos bem vividos pois eles nunca voltam, só ficam as lembranças e estas ninguém te toma, são suas.


Acabei de ler seu livro, só agora, 1º porque: meu marido, assim que cheguei do lançamento pegou o livro e colocou na mochila pra ler nos minutos livres entre tanto trabalho. 2º quando, finalmente, me devolveu pensei : -“ vou separar um momento tranqüilo pra ler todo de uma vez!”, esse momento não “rolou”. Ontem, cheguei e resolví ler, virei a noite, usei muito uma caneta marca texto, parava pra pensar, relia, e já no começo, um monte de sentimentos dolorosos começaram a encher meu coração.
Meu filho hoje tem 6 anos de idade, exatamente a idade em que as dores, cobrança e dúvidas começaram a acontecer na sua vida, parei de ler , fui pro quarto do meu filho e chorei, pus a mão na cabecinha dele, que dormia e pensei: “- Como eu me comportaria se meu filho fosse gay?” . Eu nasci num lar evangélico, cresci feliz neste lar. Mas, quando chegou a Faculdade, eu quis conhecer o “mundo”, aluna exemplar, Vice Presidente e depois Tesoureira do Diretório Acadêmico, chegava as 7H na Faculdade e saía as 23H, conheci muita gente e quis saber o que havia de “legal” em beber, fumar só não transei e usei drogas por que não quis , faria se quisesse, sempre fui “peituda”, enfim... Depois disso e mais, voltei a comungar na igreja evangélica, porque alí, apesar dos preconceitos e outras coisas nojentas” inerentes da natureza humana, eu pude conhecer o Amor de Deus, Natureza mais Perfeita e Preciosa que existe e que, definitivamente, move a minha vida. Agora , voltando ao quarto do meu filho, eu gostaria que todas as mães do mundo pudessem voltar comigo ao quarto dele, sentindo o que eu senti naquele momento e entender, definitivamente, que independente de credo ou “hipócrita convicção” ninguém, neste mundo tem o direito de transformar a vida de, sobretudo, uma criança, num mar de culpa e escuridão. Sou Cristã Evangélica sim, porque, quando Deus me alcançou, colocou em mim um Amor tão grande que não tem como não RESPEITAR AS DIFERENÇAS, assim como eu quero que respeitem as minhas. Como você, não culpo ninguém por tanta ignorância, porque também fui muito ignorante e preconceituosa e talvez ainda seja em muitos aspectos, mas , reafirmo, quem não entende ou não concorda com uma pessoa que ama ou quer estar com outra do mesmo sexo, assim como quem não entende porque no mundo há pessoas de diversas “cores” (raças) , tem que , pelo menos, exercitar o “RESPEITO”. A minha “Verdade”, “Felicidade”, “Fé” e/ou “hipócrita convicção”, não tem que , necessariamente, ser a de TODOS. EU PENSAVA QUE “NÃO TINHA NADA A VER COM ISSO....!


Fico lendo os depoimentos das pessoas, que como eu, leram e se emocionaram com seu livro, é impossível não se identificar de alguma forma com sua história. Sempre ficou claro para mim que você veio ao mundo para não se conformar, lembra da mudança de turno da 4ª série? Estou feliz por fazer parte dessa história, e quero fazer sempre. Como você mesmo fala no livro, foi uma fase de descobertas para todos nós, que éramos muito jovens e estávamos começando a conhecer o mundo. O livro nos leva muito a reflexão sobre o rumo que damos as nossas vidas. Estou na torcida pela tua felicidade plena, quero voltar a ver aquele brilho nos teus olhos e aquela felicidade que transbordava e contagiava a todos nós.
Parabéns pelo livro.


Você sempre foi um exemplo de profissional para mim, mas hoje, depois de ler o seu livro (acabei de ler no ônibus), você também se transformou em um exemplo no campo pessoal.
Temos caminhos e trajetórias completamente diferentes, mas também me vejo solitária tendo que romper com os dogmas da família .
Não sei se você já sabe, mas eu me separei. Me separei porque não estava feliz, não estava bem, estava me destruindo. Construir agora um caminho de "separada" está sendo difícil, mas eu estou indo em frente.... a leitura do livro me abriu os olhos e o coração, e acrescentou muita esperança...de que os encontros e desencontros são necessários e outros muitos virão...


Parabéns pelo livro. Cheguei à página 50 e hoje vou concluir a leitura. Até aqui, nota 10. Fiquei de fato emocionada e desejando que milhares leiam esse texto. O assunto é central para todas as áreas do conhecimento e da própria existência humana. A forma como você escreve é forte, inteira e de entrega total, retratando maturidade, desprendimento e ética com a vida e com o futuro. Como sempre achei que ”tenho tudo a ver com isso”, estou feliz e mais encorajada. Obrigada.


Devorei o teu livro na viagem de volta para minha cidade e foram apenas 7 horas, com uma conexão em Brasília e uma escala . Achei o máximo...maravilhoso...adorei !
Meu filho, de 21 anos, também já leu e adorou. Hoje ainda, vou levar para emprestar para o meu irmão, que é gay, jornalista e um dos caras mais cultos que conheço. Mas, que por conta do preconceito, ainda não conseguiu sair do armário, escancarar e ser feliz. Creio eu, que esse é um dos fatores que o faz sofrer de uma depressão, desde a adolescência e que já culminou com uma tentativa de suicídio.
Recentemente, ele perdeu o emprego na Procuradoria do Estado, onde trabalhou uns 20 anos como comissionado e agora está numa pior...no fundo do poço. Acredito que o teu livro será o "ELIXIR", que irá acordá-lo para uma nova vida.


Realmente emocionante o depoimento. Impressionante o dom que você tem nas escolhas, nos caminhos a serem seguidos sem que tenhamos força para pensar e quando vemos, estamos envolvidos e lá se foi.
Também li no vôo e me fez voltar alguns anos atrás, me senti novamente de unhas imensas e vermelhas (rs) e da falta de iniciativa em vários momentos em que vivi e me fizeram ter a vida do jeito que está.
Não digo que me arrependo, gosto das histórias que vivi, mas temo o que esta por vir. Te diria que uma taça de um bom vinho, numa roda de amigos ou mesmo de meros conhecidos daria momentos de boas reflexões.


Ontem eu terminei de ler o seu livro, e estou escrevendo hoje para te dar os parabéns. Além de ser uma história de vida, é uma história de coragem e de ideais. Grande abraço


Seu livro tb está comentadíssimo na faculdade.
Tem um rapaz que faz estágio comigo, que diz se espelhar em você. Vou dar o livro de presente a ele. Ele está confuso de deve assumir ou não, e eu comentei do livro com ele.
Mais uma vez, vc arrasou. Parabéns.


Foi uma delícia passar os olhos pelo seu livro. Ao mesmo tempo que vi com um novo colorido - ou com a rudeza da verdade - o que você passou, também relembrei ótimos momentos. Parabéns!!!
Fico feliz por saber que faço parte do seletíssimo grupo dos que "tem a ver". Também te amo! E me sinto lisongeado pela sua paixão do passado.


Estou na página 57 do seu livro porque o sono não me deixou continuar. Retornei à leitura no trajeto de casa ao trabalho. Chorei por você, chorei muito por mim mesma e por todos que direta ou indiretamente sofrem por qualquer tipo de preconceito. Cheguei aqui com os olhos vermelhos. O que vale é que tenho certeza de um final feliz e dias melhores para todos. Um beijo e PARABÉNS!


O Livro "E ninguém tinha nada com isso... " já foi lançado em Salvador e no Seminário Segurança Pública e Combate a Homofobia. Mas seu lançamento oficial será dia 11 de maio as 19h na Livrária da Travessa em Ipanema.


O Livro tem sido uma experiência muito marcante para mim. Resolvi publicar no site as muitas mensagens que tenho recebido para compartilhar com todos vocês. É claro que omito quem me mandou pois em muitos casos os depoimentos são muito trasnparentes.


Li seu livro. Muita emoçao em conhecer essa historia de dor e felicidade ao mesmo tempo... Meu Deus!, Quantas pessoas passam por isso...Você é um homem corajoso e eu gosto muito disso.
Viver "entre aspas" é uma coisa impensavel. Voce está certo.Não sei se nossa hipócrita sociedade esta preparada para viver verdades, no entanto, se não houver pessoas como você, ela nunca terá oportunidade de ser posta em cheque....Meu carinho e abraço muito amigo,sempre.


Acabei de ler seu livro. Comprei nas Letras e expressões. Li de ontem para hoje. Chorei por você e muito mais por mim. Queria ter sua coragem em ter coragem de andar com um homem na praia de mãos dadas. Não tenho e tenho medo de nunca ter. Porque você não cria um grupo de apoio a partir de seu livro? Eu preciso ser ajudado. Desesperadamente ajudado. Eu lendo seu livro me apaixonei por você. O Thiago entrou. O Robson jamais entrará. E Eu? Será que você me deixa entrar mesmo para ser seu amigo? O Thiago morreu, mas o Robson é um bobo. Eu vou parar de chorar, pois tenho que ter coragens.
Obrigado. Vc me deu esperanças.


Senti-me à vontade de poder lhe dizer como a leitura do seu livro "E ninguém tinha nada com isso" foi de suma importância em dois aspectos da minha vida pessoal:
1) Tenho certeza que vou recomendar este livro a um grande amigo do trabalho que é gay, lindo, super inteligente, super profissional, dedicado aos amigos e à família. Só que com uma grande diferença daquilo que hoje você conseguiu: o caminho da libertação. E como eu sempre tive tudo a ver com isso, escuto e vivo seus amores às "escuras", seu sofrimento por não conseguir assumir sua homossexualidade, a família, seus altos e baixos e etc...Tento muito que ele encontre este caminho, mas percebo que não é nada fácil. Vou comprar seu livro para ele, e torcer que acredite que é possível encontrar a liberdade individual, pois assim ele será muito mais feliz!
2) O segundo aspecto diz respeito ao meu casamento. Estou casada a 4 meses e a 2 que estou infeliz. Não conseguia encontrar uma forma de falar com meu marido que chegou ao fim. Todos achavam que era passageiro e que devia dar um tempo, mas algo dentro de mim tinha mudado. Foi quando estava lendo seu livro, especificamente no capítulo 17 (Molambo) que encontrei o que precisava: Coragem para o fim! ("A relação quando está para acabar é porque já acabou... o melhor é preparar os lenços e chorar por quinze dias...”).
Terminei de ler seu livro e fui conversar com ele. Tive coragem e FIRMEZA de dizer a verdade. Foi muito difícil, mas estou totalmente certa que esta relação conjugal terminou. Ele será um amigo provavelmente...Estou no momento de chorar por 15 dias, mas vou superar e seguir em frente!
"A vida anda!” Obrigada por ter Tido tudo a ver com isso na vida pessoal.


Parabéns pela maneira verdadeira, arrojada e corajosa como contou a sua história e deu seu testemunho de vida.


O livro revela verdades profundas sobre uma vida realmente vivida...cheia de novidades, prazeres, culpas, medos, sustos, intolerâncias mas também desejos, prazeres e emoções...


Durante toda narrativa, o leitor vai vivendo as emoções e sentindo as vibrações que você sente e transmite no texto o tempo todo. É impossível não torcer por você, não desenvolver empatia e respeito pelo que você fala, vive e sente.
Estou torcendo que chegue logo o dia em que você saia pela rua e encontre um homem que lhe estenda a mão e possam ambos caminhar de mãos dadas vivendo o seu direito de ser feliz e ser amado.
Um Abraço e Viva a Vida!


O que mais gostei no livro, foram diversas mensagens, diversas histórias, mas gostei muito quando você fala que uma relação pode ser importante para uma vida inteira mesmo tendo durado poucas horas, o que é uma grande verdade, nós damos muito valor para o tempo e na maioria das vezes o que nos marca é a intensidade.
Além disto gostei do livro como um todo, pois até hoje nós nunca conversamos, e eu nunca soube nada da sua vida, da sua história, e agora além de admirar você como profissional, posso dizer que admiro como pessoa pela sua história de vida.


Parabenizamos pela produção literária, que apresenta conteúdo riquíssimo para o entendimento de diversas questões acerca da sexualidade humana.


Queria muito te parabenizar pelo teu livro. Li inteirinho na viagem de volta. Agora vou emprestá-lo para uma amiga, pois comentei que havia sido lançado no evento e ela me pediu emprestado.


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